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  • Theo Stoo

Desafio dos 21 dias - Dia 16



Se você ainda não está por dentro, leia nosso post Desafio dos 21 dias - Dia 0.


Hoje falaremos sobre o último item do Canvas de negócio, a Estrutura de Custos, e com ele completo, poderemos iniciar a fase de planejamento da nossa empresa. Cada elemento do nosso modelo de negócio deve estar presente nesse plano, que iremos traçar.


Estrutura de Custos



A Estrutura de Custos descreve todos os custos incorridos para operar um modelo de negócio. Algumas perguntas que devemos fazer para montar esta estrutura são:


- Quais são os custos mais importantes inerentes ao nosso modelo de negócio?

- Quais recursos-chave que são mais caros?

- Que atividades-chave são mais caras?


Para facilitar, é importante separar os custos em duas classes:

  • Direcionados pelo custo: aqui criamos e mantemos a estrutura com o menor custo possível, utilizando propostas de valor de baixo preço, automação máxima e terceirizações extensivas.

  • Direcionados pelo valor: nesse modelo concentramos o foco na criação de valor. Utilizamos propostas de valor com alto nível de personalização e consequentemente, maior custo de execução.

Além disso, os custos podem ser classificados nas seguintes categorias:

  • Custos fixos: custos que são os mesmos independente do volume de artigos ou serviços produzidos. Exemplos incluem salários, aluguéis e fábricas.

  • Custos variáveis: custos que variam proporcionalmente com o volume de artigos ou serviços produzidos.

  • Economias de escala: vantagens de custo das quais um negócio tira proveito na medida em que a demanda aumenta.

  • Economias de escopo: vantagens de custo das quais um negócio tira proveito devido a um maior abrangência de operações.

Com todas estas informações e resgatando também o que definimos na parte de Fontes de Receita, chegamos no momento de planejar como desejamos que seja a saúde financeira da nossa empresa.


Planejamento financeiro



O planejamento financeiro é a atividade que levanta todos os números referente ao seu negócio e deve ser muito bem formulado, estando atento à todas as áreas da empresa. Basicamente você precisa estimar os investimentos, despesas fixas, receitas e custos variáveis da sua empresa. A ideia não é prever o que vai acontecer (até porque isto seria quase impossível), mas sim estar preparado para o futuro e poder traçar uma estratégia para que tal premissa se concretizarem. Para isso, vale seguir alguns passos:


1. Tenha uma estimativa de suas despesas


Um bom planejamento financeiro é inviável se você não conhece profundamente sua empresa. Você pode estar começando, mas mesmo assim terá alguns gastos. Nesta fase você deve contar com gastos como: registro de marca, compra de domínios, manutenção do site, investimentos em divulgação, criação de identidade, etc. Num próximo estágio você pode contar com despesas como assessoria contábil, tarifas bancárias, aluguel, entre várias outras. Para ter uma visão melhor, calcule o gasto anual que você terá já considerando esse "crescimento" nos custos.


2. Saiba até quando dura seu capital de giro.


Não adianta ficar contando com a sorte e acreditar que sua empresa vai dar certo já nos primeiros meses. Seu capital de giro é quem vai financiar a continuidade das operações da sua empresa neste início, seja para aquisições para o estoque ou para despesas operacionais. É preciso que você saiba até quando sua empresa terá recursos para acompanhar se sua estratégia está dando certo ou se é necessário modificá-la antes que acabem suas reservas.


3. Descubra o mínimo que precisa faturar para pagar as contas


É muito importante que você encontre qual o ponto de equilíbrio da sua operação, ou seja, qual o valor mínimo que deverá ser vendido para que sejam cobertos todos os custos e despesas fixos e variáveis e o resultado será zero. Ele é um direcionamento para metas de vendas, para a ampliação ou para a redução da capacidade produtiva, dentre outros itens.


4. Trace suas metas


Estabeleça metas desafiadoras, mas ainda assim alcançáveis, para seu negócio. Estimule o crescimento considerando os seguintes pontos:


- Receitas totais: qual seu faturamento ideal total?

- Receitas para cada produto ou serviço: qual a participação de cada produto neste faturamento?

- Custos fixos e variáveis: mantenha uma análise frequente de seus custos e faça uma gestão de forma a conseguir uma maior produtividade em todos os setores da empresa.

- Novos investimentos: mapeie seu crescimento e planeje possíveis investimentos futuros

- Tributos e taxas: considere todos os custos de venda do seu produto ou serviço.


A partir de um bom planejamento financeiro, você consegue definir metas mais corretas para sua empresa. Com metas reais, você melhora sua eficiência, pois sabe exatamente onde precisa chegar para ter os resultados desejados.



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